Psicopedagogia Institucional: estratégias de intervenção preventiva no processo de ensino-aprendizagem

Aline Gisleide Hugo

Janaina Vieira Mota

Juliana Ometto Begnami

Lilian Nogueira Breda Andreato

Viviane Zorzo

 

DOI: 10.5281/zenodo.22423936

 

 

RESUMO

A psicopedagogia institucional desempenha um papel crucial no cenário educacional contemporâneo ao deslocar o foco do tratamento individualizado para a análise global da instituição de ensino. O presente artigo investiga a atuação do psicopedagogo no ambiente escolar, com ênfase nas práticas que visam identificar e mitigar barreiras pedagógicas antes que estas se consolidem como problemas crônicos. O objetivo geral deste estudo é analisar as estratégias de intervenção preventiva utilizadas pela psicopedagogia institucional para otimizar o processo de ensino-aprendizagem. Metodologicamente, adotou-se uma pesquisa de revisão bibliográfica de natureza qualitativa, sustentada por teóricos de referência da área psicopedagógica e da psicologia cognitiva. Os resultados apontam que a intervenção preventiva — por meio da formação continuada de professores, do assessoramento na construção do projeto político-pedagógico e da mediação das relações interpessoais — reduz os índices de fracasso escolar e promove um clima institucional mais inclusivo e colaborativo. Conclui-se que a inserção do psicopedagogo na estrutura institucional é uma estratégia indispensável para ressignificar as práticas pedagógicas, transformando a escola em um espaço verdadeiramente acolhedor e facilitador do desenvolvimento integral do educando.

 

Palavras-chave: Psicopedagogia Institucional. Intervenção Preventiva. Processo de Ensino-Aprendizagem. Gestão Escolar. Sucesso Escolar.

 

 

INTRODUÇÃO

 

O artigo aqui apresentado vem mostrar como se dá o trabalho do psicopedagogo na escola, de acordo com as intervenções realizadas por ele, dentro do contexto pedagógico e educacional. Assim, a atuação do psicopedagogo junto ao professor da sala de aula, se faz buscando o aprendizado do aluno, sem frustrações, de modo individualizado e através de intervenções precisas, que condizem com a realidade do aluno e sua capacidade de interpretar o mundo que o rodeia

Considerando o estudo psicopedagógico, em sua amplitude, este atinge seus objetivos quando, passa a compreender as características e necessidades de aprendizagem que fazem parte da vida escolar do aluno, abrindo espaço para que a escola possa utilizar de recursos que atendam às necessidades desta aprendizagem.

Por meio da pesquisa bibliográfica foi possível levantar reflexões sobre a atuação deste profissional na escola, de forma a contemplar os autores citados com suas colocações sobre o assunto, como pode ser visto no desenrolar deste artigo.

 

 

INSTRUMENTOS E INTERVENÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA

 

Pode-se dizer que na escola, o psicopedagogo utiliza de instrumentos diferenciados, ou seja, especializados de acordo com a avaliação e as estratégias que se pretende no atendimento aos alunos de forma individual, auxiliando nas atividades escolares e aquelas que se dão fora da escola, proporcionando ao aluno o contato com suas próprias reações diante do objeto do conhecimento. Cabe ainda ao psicopedagogo dar o suporte necessário à escola, reestruturando sua atuação junto a alunos e professores, e propiciando um novo olhar em torno do processo de aquisição e desenvolvimento do conhecimento adquirido no espaço escolar, ou seja, encaminhando este para outros profissionais, quando necessário.  

Bossa (2000), afirma que o psicopedagogo tem em mente o valor de sua profissão, que é a de transmitir conhecimentos, sendo que este tipo de atividade não é neutra, ou seja, o sujeito que necessita de ajuda e o psicopedagogo, onde a relação de afeto que se estabelece entre o psicopedagogo e o aprendente passa a ser necessária para o pleno desenvolvimento dentro da ação educativa. Assim, o papel do psicopedagogo é fazer com que a criança se integre novamente à vida normal, de acordo com sua especificidade.  

 

Atualmente a Psicopedagogia trabalha com uma concepção de aprendizagem segundo a qual participa desse processo um equipamento biológico com disposições afetivas e intelectuais que interferem na forma de relação com o meio, sendo que essas disposições influenciam e são influenciadas pelas condições socioculturais do sujeito e do seu meio (BOSSA, 1995, p.12).

 

Em se tratando do processo de ensino aprendizagem, este pode ter a contribuição da psicopedagogia, através do uso de meios e recursos que levem a estratégias de ensino diferenciadas.  Desta maneira, a intervenção psicopedagógica é essencial para o elemento lúdico que se aplica na nova aprendizagem das escolas, com o objetivo do brincar, percebendo como isso ocorre nas diversas faixas etárias, contendo contribuições teóricas e conceitos que vão do histórico-cultural ao educativo, e como recurso para que se construa a identidade de cada um, de autoconhecimento e como elemento potencializador do trabalho educativo.

 

Podemos dizer que o nosso sujeito é a instituição, com sua complexa rede de relações". A partir dessa reflexão, podemos dizer que a instituição é um espaço físico e psíquico da aprendizagem, local e objeto de estudo da Psicopedagogia. Os procedimentos didáticos que interferem na aprendizagem devem ser analisados e discutidos, a fim de que possam ser ressignificados (BOSSA, 2000, p. 89).

 

Quando se fala em ensinar e aprender, é preciso ter em mente que estes são processos interligados. Não podemos pensar em um, sem estar em relação ao outro. Ainda segundo Fernandez (2001, p.29), “entre o ensinante e o aprendente, abre-se um campo de diferenças onde se situa o prazer de aprender”. Ensinantes são os pais, os irmãos, os tios, os avós e demais integrantes da família, como também, os professores e companheiros da escola. 

Ao destacar os aspectos psicopedagógicos é possível compreender as características e necessidades de aprendizagem de cada aluno, abrindo espaço para a escola viabilizar recursos e passar a atender às necessidades de aprendizagem. Para tanto, deve-se analisar o Projeto Político-Pedagógico e as propostas de ensino que ali se encontram, valorizando a aprendizagem. Sendo assim, o fazer psicopedagógico passa a se transformar numa ferramenta poderosa no auxílio de aprendizagem.

 

No primeiro nível o psicopedagogo atua nos processos educativos com o objetivo de diminuir a “frequência dos problemas de aprendizagem”.  Seu trabalho incide nas questões didático-metodológicas, bem como na formação e orientação de professores, além de fazer aconselhamento aos pais. No segundo nível o objetivo é diminuir e tratar dos problemas de aprendizagens já instalados. Para tanto cria-se plano diagnóstico da realidade institucional, e elaboram-se planos de intervenção baseados nesses diagnósticos a partir do qual se procura avaliar os currículos com os professores, para que não se repitam tais transtornos. No terceiro nível o objetivo é eliminar transtornos já instalados em um procedimento clínico com todas as suas implicações. O caráter preventivo permanece aí, uma vez que ao eliminarmos um transtorno, estamos prevenindo o aparecimento de outros. (BOSSA, 2007, p. 25)

 

Sendo assim, o Psicopedagogo através de todo seu conhecimento e aprofundamento em relação às dificuldades de aprendizagem, pode sugerir ações de melhorias na prática pedagógica nas escolas.

E, partindo disto, como profissional, ele conseguirá os resultados desejados não só por ele, mas por todos os envolvidos com a educação, em que se busca o pleno desenvolvimento do aluno.

 

 

A ATUAÇÃO DO PSICOPEDAGOGO NA ESCOLA

 

A Psicopedagogia, num todo, desempenha um papel essencial dentro do sistema de ensino, onde ela colabora para a relação professor e aluno no processo ensino-aprendizagem. Assim, ela tem como uma de suas funções colaborar para que os pedagogos elaborem seus planos de ensino, metodologias e projetos que se integram na pesquisa, oportunizando a estes de qualificar, valorizar e a democratizar o ensino.

Em se tratando da escola, enquanto instituição educacional, esta pode e deve contribuir para a atuação do psicopedagogo de forma ativa, onde este possa realizar a formação de alunos que necessitam de atenção constante.

 

[...] cabe ao psicopedagogo perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem, participar da dinâmica da comunidade educativa, favorecendo a integração, promovendo orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo, realizando processos de orientação. Já que no caráter assistencial, o psicopedagogo participa de equipes responsáveis pela elaboração de planos e projetos no contexto teórico/prático das políticas educacionais, fazendo com que os professores, diretores e coordenadores possam repensar o papel da escola frente a sua docência e às necessidades individuais de aprendizagem da criança ou, da própria ensinagem (BOSSA, 2007, p. 23).

 

É por meio da psicopedagogia que se tem uma alternativa relacionada às atividades lúdicas sendo estas condutoras do desenvolvimento mental, cognitivo e social, onde, a criança consegue, por meio da brincadeira, desenvolver habilidades vem facilitar o processo de aprendizagem, muito diferente do jogar para competir. A partir disto a brincadeira se torna algo considerável para as crianças.

A intervenção do psicopedagogo se faz por meio de atividades lúdicas, onde ele passa a descobrir as dificuldades e transtornos de aprendizagem. Sendo assim, o trabalho deste profissional perpassa os processos afetivo, social e cognitivo, favorecendo o desenvolvimento da criatividade na criança que carrega consigo estes aspectos. Assim, é preciso selecionar atividades que condizem com a dificuldade apresentada pela criança, considerando o seu nível de aprendizagem.

 

O psicopedagogo está preparado para auxiliar os educadores realizando atendimentos pedagógicos individualizados, contribuindo para a compreensão de problemas na sala de aula, permitindo ao professor ver alternativas de ação e ver como as demais técnicas podem intervir, bem como participando do diagnóstico dos distúrbios de aprendizagem e do atendimento a um pequeno grupo de alunos (SCOZ, 1992, p. 34).

 

Diante do contexto de possibilidades que o psicopedagogo tende a oferecer ao trabalho desenvolvido na escola, surge também a avaliação do aluno e também a identificação de possíveis problemas de sua aprendizagem, onde este possa ter seus potenciais valorizados e suas dificuldades amenizadas, contado com profissionais (psicólogos, fonoaudiólogo) que abracem a causa e façam valer cada aspecto do desenvolvimento do aluno como um todo.

Na sala de aula, o conhecimento em forma de cooperação, criatividade e criticidade tende a estimular a liberdade e a coragem para poder transformar, fazendo com que o sujeito passe a ser o ator principal da sua própria aprendizagem. O professor exerce, assim a sua habilidade mediando as construções de aprendizagem e de sociabilidade.

 

 “[...] a possibilidade de analisar este processo do ponto de vista do sujeito que aprende e da instituição que ensina”. A psicopedagogia é uma área de estudo diretamente relacionada à da aprendizagem escolar, tanto no que tange a seu decurso normal quanto às dificuldades que possa apresentar. É preciso que todos os envolvidos com o processo de aprendizagem analisem a situação, e não somente o aluno, que é uma das parcelas de um todo do conhecimento em construção uma vez que às vezes poder ser apresentar mais fácil ou mais difícil para quem ensina ou aprende (SISTO, 1996, p. 9).

 

Nos dias de hoje, as escolas enfrentam o desafio de lidar com as dificuldades de aprendizagem juntamente com a proposta de intervenção que vem contribuir para a superação dos problemas de aprendizagem dos alunos. Assim, é importante saber do Psicopedagogo Institucional, como um profissional qualificado, como ele se baseia diante da observação e da análise profunda de uma situação concreta, para que este possa identificar possíveis contratempos no processo de aprendizagem, e ao mesmo tempo promover orientações que deem ênfase à uma didática-metodológica dentro do espaço escolar conforme as características que os indivíduos apresentam.

 

Ao entrarmos em contato com a Psicopedagogia, percebemos, a partir das leituras e estudos, principalmente dos escritos de Alícia Fernández, que: “ser ensinante significa abrir um espaço para aprender. Espaço objetivo e subjetivo em que se realizam dois trabalhos simultâneos: a construção de conhecimentos e a construção de si mesmo, como sujeito criativo e pensante”. (FERNÁNDEZ, 2001, p.30).

 

No campo da psicopedagogia é possível considerar que as intervenções realizadas dentro da escola se tornam essenciais para orientar o trabalho do professor na sala, que necessita muitas vezes de apoio pedagógico para direcionar e qualificar seus conhecimentos, para posteriormente aplicá-los no dia a dia.

 

 

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL

 

Nas Instituições, a Psicopedagogia vem atuando com muito sucesso, onde a aprendizagem passou ater um olhar diferenciado no que diz respeito aos indivíduos ou grupos humanos que a compõem, onde se faz presente uma gama de informações assim como o desenvolvimento de experiências, que tendem a promover modificações na personalidade e na atuação em grupo, que podem ser revertidas na prática, ou seja, considerando a realidade.

 

A psicopedagogia se ocupa da aprendizagem humana, que adveio de uma demanda - o problema de aprendizagem, colocado em um território pouco explorado, situado além dos limites da psicologia e da própria pedagogia – e evoluiu devido a existência de recursos, ainda que embrionários, para atender a essa demanda, constituindo- se assim, em uma prática. Como se preocupa com o problema de aprendizagem, deve ocupar-se inicialmente do processo de aprendizagem. Portanto, vemos que a psicopedagogia estuda as características da aprendizagem humana: como se aprender, como essa aprendizagem varia evolutivamente e está condicionada por vários fatores, como se produzem as alterações na aprendizagem, como reconhecê-las, tratá-las e a preveni-las. (BOSSA, 2007, p. 24)

 

A intervenção deve ser vista como forma de mediação entre um profissional e outro, onde estes têm como foco o processo de desenvolvimento e aprendizagem do sujeito, que pode estar apresentando dificuldade de aprendizagem ou de comportamento. Assim, durante a intervenção é o psicopedagogo que poderá avaliar qual será o procedimento adotado para poder compreender, investigar e corrigir, para obter o resultado desejado

Bossa (2000, p.13) enfatiza que:

 

O objeto de estudo da Psicopedagogia deve ser entendido a partir de dois enfoques: preventivo e terapêutico. O enfoque preventivo considera o objeto de estudo da Psicopedagogia o ser humano em desenvolvimento, enquanto educável.  Seu objeto de estudo é a pessoa a ser educada, seus processos de desenvolvimento e as alterações de tais processos.  Focaliza as possibilidades do aprender, num sentido amplo.  Não deve se restringir a uma só agência como a escola, mas ir também a família e à comunidade.  Poderá esclarecer, de forma mais ou menos sistemática, a professora, pais e administradores sobre as características das diferentes etapas do desenvolvimento, sobre o progresso nos processos de aprendizagem, sobre as condições psicodinâmicas da aprendizagem, sobre as condições determinantes de dificuldades de aprendizagem.  O enfoque terapêutico considera o objeto de estudo da psicopedagogia a identificação, análise, elaboração de uma metodologia de diagnóstico e tratamento das dificuldades de aprendizagem.

 

A partir do momento que o processo de aprendizagem ocorre juntamente com outros conceitos importantes para o desenvolvimento do aluno, este passa a adquirir os seus conhecimentos com segurança, e constrói a própria dinâmica para aprender, favorecendo sua autoestima e apresentando rendimento acima da média e de qualidade em todas as disciplinas.

 

O conceito de aprendizagem com o qual trabalha a psicopedagogia remete a uma visão de homem como sujeito ativo em um processo de interação com o meio físico e social. Nesse processo interfere o seu equipamento biológico, as suas condições afetivas - emocionais e as suas condições intelectuais. A psicopedagogia entende ainda que essas condições afetivo-emocionais e intelectuais são geradas no meio familiar e sociocultural no qual nasce e vive o sujeito. Nesse sentido, o psicopedagogo lança seu olhar numa perspectiva multidimensional do sujeito aprendente constituído de natureza biológica e social, determinado pelas dimensões sócio históricas em que vive. Nessa perspectiva faz-se necessário o psicopedagogo se debruçar sobre os aspectos constituintes do aprendiz, levando em conta a instituição onde o aluno constrói o conhecimento, o conceito social onde está inserido e os fatores orgânicos que podem estar ocasionando o não aprender (BOSSA, 2007, p. 74).

 

É importante destacar que o psicopedagogo é um colaborador para o aprendizado do aluno ocorrer da melhor maneira possível, sem deixar de lado as reais situações pelas quais este aluno perpassa todos os dias, e que podem vir a ser fatores que contribuam para as suas dificuldades ou comportamentos fora do padrão para a aprendizagem.

Também neste aspecto é importante ressaltar que o psicopedagogo diante da dificuldade do professor com os alunos, se torna um mediador, onde os estímulos propostos por ele, sirvam de base para o trabalho desenvolvido em sala de aula, no sentido de resgatar os valores perdidos.

 

 

CONCLUSÃO

 

O psicopedagogo deve ser atuante na escola, sendo que ele precisa realizar um trabalho juntamente com os profissionais que também compõem a instituição, visando o desenvolvimento das capacidades da criança, e também contribuições para que elas sejam capazes de analisar o mundo de outra maneira, interpretando e interferindo no nível de aprendizagem de cada um.

Em geral, o papel do psicopedagogo se mostra importante porque ele age no sentido de achar soluções para os problemas de conduta ou de aprendizagens, diante de técnicas especializadas, onde ele passa a orientar professores, pais e envolvidos com o aluno, a fim de informar sobre como devem proceder em cada momento, para fazer com que o tratamento se torne eficaz.

Neste sentido, a Psicopedagogia, na instituição escolar, tem sua função considerada complexa, pois possui algumas distorções sobre os conceitos da práxis, no que diz respeito às atividades desenvolvidas. E, numa ação interdisciplinar ela passa a se dedicar às áreas relacionadas ao planejamento educacional e assessoramento pedagógico, onde colabora com planos educacionais e lúdicos dentro das organizações, com atuação segundo uma modalidade de caráter institucional, ou seja, loca onde se realiza o diagnóstico e se planeja propostas operacionais pertinentes à aprendizagem.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

BOSSA, N. A. A Psicopedagogia no Brasil. Contribuições a partir da prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

 

______, N. A. A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Nádia A. Bossa – 3, ed – Porto Alegre: Artmed, 2007.

 

BRASIL, Lei n°. 9394 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Congresso Nacional, 1996. Acesso em: 28 de Junho de 2016.

 

FERNÁNDEZ, A. O saber em jogo: a Psicopedagogia propiciando autorias de pensamento. Trad. Neusa Kern Hickel. Porto Alegre: Artmed, 2001.

 

SCOZ, J. L. (Orgs.) Psicopedagogia: contextualização, formação e atuação profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

 

SISTO, F. F. Contribuições do construtivismo à psicopedagogia. In: SISTO, F. F. Atuação psicopedagógica e aprendizagem escolar. Petrópolis: Vozes, 1996.

 

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