A importância da formação continuada na docência: contribuições freireanas
Elizete Alves Ferreira[1]
RESUMO
Busca-se com este estudo analisar a importância da Formação continuada para os professores da Escola Municipal Selvino Damian Preve no município de Santa Carmem-MT, bem como o que diz Paulo Freire a respeito do tema. A formação continuada na docência, segundo Paulo Freire, é um processo de aprendizagem permanente que busca o aprimoramento profissional dos educadores. Baseada em princípios como diálogo, reflexão crítica e valorização da experiência dos professores, essa abordagem visa promover uma educação problematizadora e humanizadora, capaz de transformar a realidade social por meio da participação ativa dos educadores.
Palavras-chave: Formação continuada. Professores. Paulo Freire.
Introdução
A formação continuada é um processo de aprendizagem contínuo que visa o aprimoramento e atualização dos conhecimentos e habilidades de profissionais em suas respectivas áreas de atuação. É um conceito fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois permite que os indivíduos se mantenham atualizados em um mundo em constante evolução. A formação continuada desempenha um papel crucial na sociedade moderna, onde as mudanças tecnológicas, econômicas e sociais ocorrem em ritmo acelerado. Nesse contexto, é essencial que os profissionais estejam preparados para lidar com os desafios no contexto escolar e as demandas do mercado de trabalho, bem como para acompanhar as inovações e tendências em suas áreas específicas (Piorino, 2012).
Uma das principais vantagens da formação continuada é a possibilidade de adquirir novos conhecimentos e competências. Mediante cursos, treinamentos, oficinas e outras atividades de aprendizagem, no qual os profissionais têm a oportunidade de expandir seus horizontes e se manterem atualizados sobre as últimas descobertas e práticas em suas áreas de atuação, referentes a assuntos pertinentes a educação. Além disso, a formação continuada também contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas e interpessoais. Os profissionais podem aprimorar suas habilidades técnicas através da aprendizagem de novas ferramentas, técnicas e metodologias. Ao mesmo tempo, também podemos desenvolver habilidades interpessoais, como comunicação eficaz, trabalho em equipe e liderança, que são essenciais para o sucesso no ambiente de trabalho. Outro aspecto importante da formação continuada é a possibilidade de atualização e reciclagem de conhecimentos. Com o avanço da tecnologia e a constante evolução das práticas profissionais, é fundamental que os profissionais se mantenham atualizados para não ficarem obsoletos. A formação continuada oferece a oportunidade de atualizar conhecimentos e se adaptar às mudanças, garantindo assim a relevância e competitividade no mercado de trabalho. Além disso, a formação continuada também pode contribuir para o crescimento na carreira.
Profissionais que investem em sua formação têm mais chances de serem promovidos, assumirem novas responsabilidades e alcançarem melhores oportunidades profissionais. A formação continuada demonstra comprometimento com o desenvolvimento pessoal e profissional, o que é valorizado pelas empresas e empregadores. Ademais, a formação continuada também desempenha um papel importante na melhoria da qualidade dos serviços prestados à sociedade. Profissionais bem capacitados são capazes de oferecer um melhor atendimento aos educandos, fornecendo soluções mais eficientes e contribuindo para o avanço das áreas de atuação. Isso resulta em benefícios tanto para os profissionais quanto para a sociedade como um todo (Piorino, 2012).
Posto isto, indaga-se: qual a importância da formação continuada especialmente na docência? Para respondê-la, foi efetuado uma revisão bibliográfica no Google acadêmico.
A necessidade da formação continuada na docência
A Escola Municipal Selvino Damian Preve, situada a rua Tamandaré, nº 649, no município de Santa Carmem-MT, possui um projeto chamado Sala do Educador, que realiza os encontros semanalmente com duração de duas horas para refletir sobre temas relevantes relacionados a educação. No qual percebemos a importância desses encontros para o processo contínuo na formação dos educadores municipais.
A formação continuada na docência é um processo de aprendizagem contínua e aprimoramento profissional que visa capacitar os professores para enfrentar os desafios do ambiente educacional em constante evolução. Essa prática é fundamental para garantir a qualidade do ensino, promover o desenvolvimento profissional dos educadores e melhorar os resultados educacionais. A formação continuada proporciona aos professores a oportunidade de atualizar seus conhecimentos, adquirir novas habilidades e aprofundar sua compreensão sobre as teorias e práticas pedagógicas mais recentes. Isso permite que estejamos sempre atualizados em relação às demandas e necessidades dos alunos, bem como às mudanças nas políticas educacionais (Pinto, et al, 2010).
Uma das principais vantagens da formação continuada é a melhoria da prática pedagógica. Os professores têm a oportunidade de refletir sobre as práticas, identificar pontos fortes e áreas que precisam ser aprimoradas, e buscar estratégias mais eficazes de ensino. Além disso, a formação continuada permite que os professores experimentem novas abordagens pedagógicas, metodologias inovadoras e tecnologias educacionais, enriquecendo assim suas práticas em sala de aula (Pinto, et al, 2010).
Outro aspecto importante da formação continuada é o fortalecimento da autoconfiança e motivação dos professores. Ao adquirirem novos conhecimentos e habilidades, os educadores se sentem mais preparados para lidar com os desafios do dia a dia na sala de aula. Isso resulta em um aumento da autoestima e da satisfação profissional, refletindo positivamente no seu desempenho e na qualidade do ensino oferecido (Pinto, et al, 2010).
A formação continuada também contribui para a construção de uma comunidade de aprendizagem entre os professores. Ao participarem de cursos e grupos de estudo, os educadores têm a oportunidade de compartilhar experiências, trocar ideias e aprender uns com os outros. Essa interação promove a colaboração e o trabalho em equipe, fortalecendo assim a cultura escolar e melhorando o ambiente de aprendizagem (Piorino, 2012).
Além disso, a formação continuada na docência é fundamental para acompanhar as mudanças sociais, culturais e tecnológicas que impactam a educação. A sociedade está em constante transformação, e os professores precisam estar preparados para lidar com as novas demandas e desafios que surgem. A formação continuada permite que os educadores se atualizem em relação às tendências educacionais, às novas abordagens pedagógicas e às tecnologias emergentes, garantindo assim uma educação de qualidade e relevante para os alunos (Piorino, 2012).
Contribuições freireanas à formação continuada
Antes de abordar propriamente o tema da formação continuada, é pertinente destacar as contribuições de Paulo Freire e compreender por que ele é reconhecido como um dos mais importantes educadores brasileiros. Freire ganhou projeção internacional por suas contribuições à educação popular. Em sua obra mais conhecida, Pedagogia do Oprimido, apresenta uma concepção transformadora de educação, fundamentada na libertação dos sujeitos por meio da conscientização e do diálogo. Suas ideias são especialmente relevantes para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), pois defendem uma educação emancipatória, voltada à superação das desigualdades sociais e à promoção da cidadania.
Entre suas principais contribuições destaca-se o método da problematização, que parte da realidade concreta dos educandos, considerando suas experiências de vida e demandas sociais. A partir dessa abordagem, os estudantes são incentivados a refletir criticamente sobre o contexto em que vivem, identificar problemas e buscar soluções coletivas. Assim, o processo educativo torna-se mais significativo e participativo, fortalecendo o protagonismo e a capacidade de transformação social dos alunos. O chamado método Paulo Freire, também conhecido como “educação libertadora”, tem como objetivo central promover a conscientização e a emancipação por meio da educação (Freire, 1974; Brandão, 1981).
Para compreender plenamente essa proposta, é fundamental situá-la em seu contexto histórico. Nascido em 1921, no Brasil, Freire viveu em um período marcado por profundas desigualdades sociais e tensões políticas. Ao presenciar as injustiças e limitações no acesso à educação, especialmente entre as camadas mais pobres da população, consolidou a convicção de que a educação poderia ser instrumento de transformação social.
O método freireano fundamenta-se em princípios essenciais, entre os quais se destaca o diálogo como base do processo educativo. Para Freire, o conhecimento é construído coletivamente, por meio da interação entre educador e educandos, em um ambiente colaborativo e participativo. O diálogo possibilita a troca de experiências, o confronto de perspectivas e a construção conjunta de saberes. Na EJA, essa perspectiva é ainda mais significativa, pois os estudantes trazem trajetórias diversas e conhecimentos acumulados ao longo da vida.
Outro conceito central é a conscientização, entendida como a capacidade de analisar criticamente a realidade social, política e econômica. Por meio dela, os sujeitos são estimulados a questionar estruturas de poder e a atuar na transformação de seu contexto (Brandão, 1981). Nesse sentido, os chamados temas geradores, escolhidos a partir das vivências e necessidades dos alunos, tornam-se ponto de partida para a aprendizagem, tornando-a mais contextualizada e relevante. Destaca-se também a alfabetização crítica, que ultrapassa a mera decodificação de palavras, buscando desenvolver a capacidade de análise, reflexão e intervenção na realidade (Freire, 1974; Brandão, 1981).
A proposta freireana pode ser aplicada em diferentes contextos educacionais, formais e não formais, devido ao seu caráter flexível e adaptável às necessidades das comunidades. Frequentemente associada à educação popular, visa alcançar grupos historicamente marginalizados, fortalecendo-os para que se tornem agentes de mudança em suas próprias realidades. Sua contribuição para a educação de adultos é particularmente significativa, pois reconhece e valoriza as experiências prévias desses sujeitos, promovendo aprendizagens mais significativas.
Além disso, o método contribui para a formação cidadã, ao estimular a participação social e a consciência política. Seu impacto ultrapassou as fronteiras brasileiras, influenciando práticas educativas em diversos países. Entre seus principais desdobramentos estão: o empoderamento dos educandos, ao promover autonomia e responsabilidade; o engajamento crítico, ao incentivar a reflexão sobre as estruturas sociais; e a busca pela transformação social, ao formar sujeitos capazes de intervir na construção de uma sociedade mais justa e igualitária (Freire, 1974; Brandão, 1981).
Freire propunha com seu método, tirar o homem da condição de “objeto” ou em condições de ser “menos”, fato que o coisificava colocando-o no anonimato nivelador da massificação, inconsciente, alienado e marginalizado em relação às exigências e aos desafios da realidade. Vivia sem fé, sem esperança, domesticado e acomodado: já não era sujeito. Rebaixava-se a puro objeto. Coisificava-se (Jorge, 1981, p.25).
Outro aspecto relevante das concepções de Paulo Freire para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é a valorização da cultura e dos saberes populares. Freire defendia que o processo educativo deveria partir dos conhecimentos prévios dos estudantes, reconhecendo e respeitando suas experiências de vida. Na EJA, os educandos frequentemente possuem um repertório significativo de saberes construídos ao longo de suas trajetórias, os quais podem ser compartilhados e incorporados ao processo de ensino e aprendizagem.
Ao reconhecer esses conhecimentos, a abordagem freireana favorece uma educação mais inclusiva, democrática e sensível à diversidade cultural, fortalecendo a autoestima dos alunos e tornando a aprendizagem mais significativa (Freire, 1974; Brandão, 1981).
Por ser um método psicossocial, a proposta libertadora do Método Paulo Freire leva os oprimidos a reconhecerem-se como tal e a assumirem uma postura crítica diante da realidade e mediante a tomada de consciência, superarem a condição de objetos e assumirem a condição de sujeitos (Feitosa, 1999, p.06).
Em síntese, as concepções de Paulo Freire possuem papel fundamental na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Elas oferecem uma abordagem pedagógica centrada na participação ativa dos estudantes, na construção coletiva do conhecimento, na valorização da cultura popular e no diálogo como instrumento de transformação social.
Ao incorporar esses princípios, os educadores da EJA contribuem para a consolidação de uma educação mais democrática, inclusiva e emancipatória, comprometida com a formação integral dos sujeitos e com o fortalecimento de sua cidadania. Muitas das concepções expostas acima podem ser transpostas à reflexão freireanas acerca da formação continuada. A formação continuada na docência, segundo Paulo Freire, é um processo de aprendizagem permanente que visa o aprimoramento e desenvolvimento profissional dos educadores ao longo de sua carreira. Paulo Freire foi um renomado educador brasileiro, reconhecido internacionalmente por suas contribuições para a pedagogia crítica e a educação popular. Vale sublinhar que:
As ações para formação continuada de professores no Brasil intensificaram-se a partir da década de 1980 (SEF, 1999). No entanto, só na década de 1990, a formação continuada passou a ser considerada como uma das estratégias fundamentais para o processo de construção de um novo perfil profissional do professor (NÓVOA, 1991; ESTRELA, 1997; GATTI, 1997; VEIGA, 1998) (Silva; Araújo, 2005).
Para Freire, a formação continuada é essencial para que os professores possam refletir sobre sua prática pedagógica, superar desafios e buscar novas estratégias de ensino. Ele defendia uma abordagem dialógica e participativa, na qual os educadores são incentivados a compartilhar experiências, discutir ideias e construir conhecimento coletivamente (Silva; Araújo, 2005).
Segundo Freire, a formação continuada deve ser baseada em princípios como a valorização da experiência dos professores, o respeito à diversidade cultural e social dos alunos, a promoção da autonomia e da criatividade no processo de ensino-aprendizagem. Além disso, ele enfatizava a importância da reflexão crítica sobre a prática pedagógica, estimulando os professores a questionarem suas próprias concepções e assumirem uma postura investigativa (Freire, 1997, 2001, 2002).
[...] a formação continuada de professores, deve incentivar a apropriação dos saberes pelos professores, rumo à autonomia, e levar a uma prática crítico-reflexiva, abrangendo a vida cotidiana da escola e os saberes derivados da experiência docente. Assim, o conceito de formação continuada de professores deve contemplar de forma interligada: (1) a socialização do conhecimento produzido pela humanidade; (2) as diferentes áreas de atuação; (3) a relação ação-reflexão-ação; (4) o envolvimento do professor em planos sistemáticos de estudo individual ou coletivo; (5) as necessidades concretas da escola e dos seus profissionais; (6) a valorização da experiência do profissional. Mas, também: (7) a continuidade e a amplitude das ações empreendidas; (8) a explicitação das diferentes políticas para a educação pública; (9) o compromisso com a mudança; (10) o trabalho coletivo; (11) a associação com a pesquisa científica desenvolvida em diferentes campos do saber”. (ALVES, 1995 apud CARVALHO e SIMÕES, 1999 p.4). Desta maneira, o espaço de formação do professor será a escola e o conteúdo dessa formação a sua prática educativa. O professor reflexivo será “um investigador da sala de aula, formula suas estratégias e reconstrói a sua ação pedagógica” (ALMEIDA, 2002 p.28), pois como afirma Silva (2002 p.28), “a prática transforma-se em fonte de investigação, de experimentação e de indicação de conteúdo para a formação”.
Uma das principais contribuições de Paulo Freire para a formação continuada na docência é o conceito de "educação problematizadora". Segundo ele, os educadores devem ser capazes de identificar os problemas e desafios enfrentados pelos alunos em seu contexto social e buscar soluções coletivas por meio do diálogo e da reflexão crítica. Nesse sentido, a formação continuada deve proporcionar espaços de discussão e análise da realidade, permitindo que os professores se tornem agentes de transformação em suas comunidades (Freire, 1997, 2001, 2002).
Freire também destacava a importância da formação continuada como um processo de humanização dos educadores. Ele acreditava que a educação não se restringe apenas à transmissão de conhecimentos, mas também à formação de sujeitos críticos e conscientes de sua realidade. Assim, a formação continuada deve promover o desenvolvimento pessoal e profissional dos professores, estimulando-os a se envolverem ativamente na construção de uma sociedade mais justa e igualitária (Freire, 1997, 2001, 2002).
Para implementar a formação continuada na docência segundo Paulo Freire, é necessário criar espaços de diálogo e reflexão entre os educadores. Isso pode ser feito por meio de grupos de estudo, encontros pedagógicos, seminários e outras atividades que incentivem a troca de experiências e o debate sobre práticas educativas. Além disso, é fundamental que os gestores educacionais valorizem e apoiem a formação continuada dos professores, oferecendo recursos e oportunidades para seu desenvolvimento profissional (Freire, 1997, 2001, 2002).
Considerações finais
Os professores da Escola Selvino Damian Preve do município de Santa Carmem-MT, reúnem-se todas as terças-feiras ás dezessete horas, encontros estes de duas horas semanais, no qual é discutido assuntos referentes a educação e a aprendizagem dos educandos. Vimos que a formação continuada é essencial para acompanhar as mudanças e inovações em um mundo em constante evolução. Ela proporciona a oportunidade de adquirir novos conhecimentos, desenvolver habilidades técnicas e interpessoais, atualizar-se sobre as últimas tendências e práticas, impulsionar o crescimento na carreira e melhorar a qualidade dos serviços prestados. Portanto, investir na formação continuada é fundamental para o sucesso pessoal e profissional.
No que diz respeito especialmente à formação continuada na docência, objeto desta pesquisa bibliográfica, ela desempenha um papel fundamental na melhoria da qualidade do ensino. Ela capacita os professores para enfrentar os desafios do ambiente educacional em constante evolução, melhora a prática pedagógica, fortalece a autoconfiança dos educadores, promove a colaboração entre os professores e permite que eles acompanhem as mudanças sociais, culturais e tecnológicas. Portanto, investir na formação continuada dos professores é essencial para garantir uma educação de qualidade e preparar os alunos para os desafios do século XXI.
A formação continuada na docência segundo Paulo Freire é um processo de aprendizagem permanente que busca o aprimoramento profissional dos educadores. Baseada em princípios como diálogo, reflexão crítica e valorização da experiência dos professores, essa abordagem visa promover uma educação problematizadora e humanizadora, capaz de transformar a realidade social por meio da participação ativa dos educadores.
Referências
BRANDÃO, C. R. O que é o método Paulo Freire? Ed. Brasiliense, 1981.
FEITOSA, S. C. S. (1999) MÉTODO PAULO FREIRE: princípios e práticas de uma concepção popular de educação. Dissertação – Mestrado em Educação. Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.
FREIRE, P. Cartas à Guiné-Bissau: registros de uma experiência em processo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
FREIRE, P. Educação como prática para liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
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FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
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FREIRE, P. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1997.
FREIRE, P.; NOGUEIRA, A. Que fazer: teoria e prática em educação popular. Petrópolis, 1993.
FREIRE, P.; SHOR, I. Medo e ousadia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
GARCÍA, Carlos Marcelo. Formação de professores: para uma mudança educativa. Porto: Porto Editora, 1999.
GATTI, B. Formação de professores e carreira: problemas e movimentos de
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PINTO, Carmem Lúcia Lascano; BARREIRO, Cristhianny Bento; SILVEIRA, Denise do Nascimento. Formação continuada de professores: ampliando a compreensão acerca deste conceito. Revista Thema, n. 7, v. 1. 2010.
PIORINO, Gilda Inez Pereira. A formação do professor e o desenvolvimento de competências pedagógico-digitais: experiência em escola pública que participa do Projeto UCA. Tese de Doutorado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 2012.
SILVA, E. M. A.; ARAÚJO, C. M. de. REFLEXÃO EM PAULO FREIRE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES, 2005. V Colóquio Internacional Paulo Freire – Recife, 19 a 22-setembro 2005.
[1] Formada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT), especialização em Psicopedagogia Institucional pelo ICE- Instituto Cuiabano de Educação; Alfabetização e Educação Infantil pelo ICE- Instituto Cuiabano de Educação; Neuropsicopedagogia e as Necessidades Especiais pela EDUCAVALES e Educação Especial e Psicomotricidade pela Faculdade de Educação São Luis. Trabalha na Escola Municipal Selvino Damian Preve na cidade de Santa Carmem-MT nos anos iniciais do Ensino

